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Márcio da Toledo na Coluna Giro Rápido PDF Imprimir E-mail

Quem participa do Papo de Mercado desta semana é o publicitário Marcio Alexandre Lüder, da Toledo Comunicação. Marcio atua no mercado publicitário desde 2000. É formado em Publicidade e Propaganda e pós-graduado em Marketing Integrado pela Universidade Positivo. Já trabalhou em algumas agência em Curitiba e esteve à frente da área de mídia de uma agência em Londrina. Na Toledo Comunicação é responsável pelo escritório da agência no Paraná e pelas ações de mídia regional da empresa de telefonia Oi no estado. Entre as contas que já atendeu passou pelos segmentos de indústria automobilística, varejo, ensino, agronegócios entre outros.

A Toledo utiliza os veículos do interior do estado para campanhas de da agência?
Os veículos do interior tem uma força muito grande. Como eu tive a possibilidade de trabalhar em Londrina, pude vivenciar e acompanhar a força dos veículos do interior e a proximidade que eles tem com a população. É como acontece em Curitiba, não muda muito. Mas você percebe que os veículos do interior tem muita força, eles tem uma relação muito forte com a cidade. Às vezes as pessoas que estão aqui na capital imaginam que o veículo é pequeno e que pode não ter força local, mas não é assim. O jornal do interior está inserido na realidade local, e tem relevância para a cidade. Acredito que isto é o que tem grande importância. Por exemplo o meio jornal, é o grande meio de informação das pessoas também no interior. Por mais que o paranaense leia pouco, como grande parte dos brasileiros, mas ainda o jornal é o grande meio de informação.

Qual sua opinião sobre a regionalização da mídia?
Acredito que é super importante. Porque é necessário a adequação de linguagem para cada região. O Paraná, por exemplo, é um estado formado por várias culturas. No norte do estado há uma influência muito grande de São Paulo, até pela proximidade. Na região oeste, em Cascavel, há uma influência grande de gaúchos, porque quando subiram do Rio Grande do Sul para o Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, uma parte parou por ali e fixou residência. Então o local que a pessoa mora influi bastante, é possível verificar isto também com uma pesquisa rápida sobre times de futebol. Então, a regionalização é muito importante porque as pessoas querem saber o que acontece no mundo mas também querem saber o que acontece do lado da sua casa. Saber o que está se passando na sua cidade, o que é importante. Isto faz parte do dia a dia das pessoas e as pessoas precisam disso.

Hoje existem vários meios que compõem o mix de comunicação, como você avalia o jornal impresso em relação a outros produtos?
Depende muito do que será anunciado. Todos os meios são importantes, mas isso vai variar de acordo com o produto. O que vai definir é a adequação e da estratégia da campanha. Mas o jornal é um dos meio de grande importância porque está escrito, é um jornal. As pessoas podem dizer: 'Li no jornal e está escrito, então é verdade, ninguem me falou'. O poder da escrita ainda é muito grande na nossa sociedade e o jornal tem essa função, de comprovar e deixar isto para a posteridade, no papel, um meio físico. Cada caso é um caso em relação a qual veículo utilizar para a campanha, mas pensando nessa questão de sociedade o jornal tem um papel fundamental. É a história viva, ele tá ali sempre noticiando para as pessoas o que está acontecendo no país, no estado, na cidade.

Já utilizou alguns dos jornais associados da ADI para campanhas publicitárias?
Utilizamos sim. O trabalho foi feito com muito profissionalismo e o Ricardo Takiguti é um profissional exemplar. Quando nós trabalhamos com os jornais da ADI foi muito tranquilo porque conversar com uma única pessoa para receber informações sobre várias cidades do estado, é muito bom porque ganha-se muito tempo. Tivemos o contato e conseguimos com conversar com apenas uma pessoa que repassou um panorama geral do estado, com as principais praças. Nós, com as campanhas da Oi, já utilizamos os jornais da ADI, estamos utilizando e vamos continuar com esta parceria até porque constatamos que tivemos um bom resultado, bom atendimento com profissionalismo.

Qual a sua visão sobre a mídia impressa no interior do Paraná?
Eu vejo que os jornais do interior, nas grandes cidades tem muita qualidade. Por exemplo em Londrina, se comparar com a circulação dos jornais em Curitiba, proporcionalmente, a circulação de Londrina é muito maior que em Curitiba. Então isso mostra a força que os jornais tem no interior. O mesmo acontece em Maringá e outra cidades grandes do estado. Isso demonstra a qualidade do veículo e a força da cidade, porque se os jornais não tivessem qualidade nessas praças, não teriam tanta credibilidade.